História

2019 | Somos Sparta

O Coelhão realizou uma recuperação histórica na Série B do Campeonato Brasileiro de 2019. Após um começo abaixo do esperado, o time americano conseguiu inverter a situação, empurrado pela torcida, e brigou pelo acesso até a última rodada. A vaga na Série A, no entanto, ficou a um gol de distância.No Ranking Nacional de Clubes 2020 da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), o América alcançou a inédita 18ª posição, consolidando o bom trabalho feito ao longo da década.Para sustentar uma campanha histórica, apenas uma camisa de peso poderia auxiliar. E 2019 marcou também o primeiro ano da marca própria americana, a Sparta. Os uniformes foram um sucesso dentro e fora de campo, conquistando a todos com a sua beleza e singularidade.Ostentando o selo de Clube Formador, o América disputou pela primeira vez o Campeonato Brasileiro das categorias Sub-20 e Sub-17. Além de ceder atletas e membros da comissão técnica de base para a Seleção Brasileira.O ano também foi marcado pelo lançamento das equipes de futsal e de vôlei, além da melhor campanha da história do Clube no Campeonato Brasileiro Feminino A-2. As Coelhinhas chegaram às quartas de final da competição e ficaram a uma vitória do acesso.Além dos resultados apresentados em campo, o América continuou contribuindo com a sociedade por meio de ações e campanhas sociais. Entre elas, o Coelho defendeu causas dos refugiados, da presença das mulheres no futebol e das lutas contra o racismo e contra a LGBTfobia. É muito mais do que futebol, é sobre oferecer voz a quem precisa

2018 | Retorno à elite

Após o bicampeoanto da Série B, o Coelhão estava de volta à elite do futebol brasileiro. Em 2018, a equipe americana fez a sua melhor campanha do século na Série A, mesmo não conseguindo se manter para ano seguinte. O Coelhão ainda disputou as oitavas de final da Copa do Brasil, igualando a sua melhor colocação na história da competição.Nas categorias de base, o América conquistou também a Licença A de Clube Formador, chancelada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). E para fazer valer o título, a equipe americana chegou a três de quatro finais das competições estaduais das categorias de base no ano.Os frutos também vieram no futebol feminino. Mais uma vez, as Coelhinhas conquistaram o Campeonato Mineiro, renovando o título pelo terceiro ano seguido.Fora de campo, lançamos o projeto do Planeta América, em évento histórico que contou com a presença de centenas de conselheiros. O moderno empreendimento será construído junto ao CT Lanna Drumond. O Coelhão também se uniu a uma importante causa: a sustentabilidade. Em parceria com a Save Cerrado, nos tornamos o primeiro clube carbono neutro do futebol brasileiro. 

2017 | Bi com recorde!20 anos depois do primeiro título nacional, o América conquistou pela segunda vez a Série B do Campeonato Brasileiro. O título de 2017 coroou uma campanha história ao longo da competição, com 20 vitórias em 38 rodadas e apenas cinco derrotas. Para levar o acesso e o título, o Coelho deixou para trás todos os adversários, incluindo o campeão mundial Internacional, que ficou com o vice-campeonato.O Coelho foi a equipe que menos sofreu gols na história dos pontos corridos da Série B, com apenas 25 bolas na rede. Além disso, a equipe passou 21 das 38 rodadas sem sofrer gols.O acesso foi garantido na 35ª rodada, mas já se desenhava muito tempo antes. A equipe americana entrou no G-4 logo na 11ª rodada, após vitória sobre o Brasil de Pelotas, no Independência, e não saiu mais. Foram 28 rodadas entre os quatro clubes que sobem para a Série A.A confirmação da taça veio em uma tarde mágica. Com 22.481 torcedores no Independência, registrando o novo recorde absoluto do estádio, o América venceu o CRB por 1 a 0, com gol do capitão Rafael Lima, e sacramentou a conquista da taça. 

2016 | É campeão!O América conquistou pela 16ª vez o título de campeão mineiro, superando Cruzeiro (na semifinal) e Atlético (na final). Não faltou emoção na reta final do Campeonato Mineiro de 2016. Na finalíssima, no Mineirão, no domingo, dia 8 de maio, o Coelho arrancou empate em um gol, depois de estar perdendo o jogo contra o Atlético e se sagrou o grande campeão mineiro de 2016, já que havia vencido a primeira partida por 2 a 1, na Arena Independência.Danilo foi o herói americano ao empatar o jogo, aos 38 minutos do segundo tempo. Borges ajeitou com o peito para o lateral americano, que chutou com força uma bola que ainda bateu na trave antes de entrar e fazer a alegria da nação americana. O goleiro João Ricardo fez grandes defesas e também ajudou a manter o resultado que interessava ao Coelho.

2016 | O time da famíliaNo ano em que o Clube adotou o mote de ‘Time da Família’, o América tem em seu calendário o Campeonato Mineiro, a Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro da Série “A”. A equipe disputou também a 1a edição da Primeira Liga Sul-Minas-Rio.O América apresentou no dia 10/3 a sua nova coleção de uniformes para a temporada 2016, na Sede Administrativa ‘Afonso Celso Raso’, no Boulevard Shopping. O estilista mineiro Ronaldo Fraga é o responsável pelo desenvolvimento de toda coleção.O dia 10/3 marcou também a inauguração da primeira loja oficial do América, que funciona no Boulevard Shopping. Este projeto é assinado pela arquiteta Ligia Jardim e assim o Conselho de Administração do América espera realizar um grande sonho da torcida americana, que é ter um lugar, um espaço onde se consegue adquirir produtos licenciados pelo Clube, se tornando ai em mais um ponto de encontro da ‘Família América’.

2015 | Na elite de novoSem destaques no ano de 2013 e a conquista da Taça BH de Futebol Júnior em 2014, a torcida americana voltou a sorrir mesmo no final de 2015, com a quarta colocação na Série ‘B’, posição que garantiu novamente o retorno do Coelho à Elite do futebol nacional. Lembrando que o acesso só não veio antes, em 2014, devido a erros administrativos e má vontade da CBF, eu dificultou ao máximo as ações do Clube.

2012 | América centenário O tão esperado dia de comemorar o centenário chegou. O dia 30 de abril de 2012 foi marcante na história do América. Uma linda e marcante festa aconteceu no Palácio das Artes, em BH. Naquele momento, a Federação Mineira de Futebol (FMF) legitimou (homologando) definitivamente o decacampeonato do Coelho. O ano também foi marcado pela reestreia do Estádio Independência, agora propriedade do América e totalmente reformulado. Na festa de abertura desta moderna Arena, o Coelhão venceu o Argentino Juniors, por 2 a 1, em 25 de abril, em amistoso internacional. Ainda nesta temporada o Coelho voltou a disputar uma final do Mineiro e ficou com o vice-campeonato.

2010 | Visitando a elite O América termina a Série ‘B’ em quarto lugar e garante vaga na Elite do Futebol Brasileiro. Mas a alegria termina no ano seguinte, com o retorno para a Série B. O ano de 2011 foi salvo com o título de campeão brasileiro Sub-20 pelos jovens americanos.

2009 | Volta por cimaDepois do inesperado rebaixamento para o Módulo II do Campeonato Mineiro em 2007, o time conquista o Módulo II e retorna à Elite do Futebol Mineiro no ano seguinte. Em 2009 o América conquista o Brasileiro da Série ‘C’ depois de vencer o ASA/AL na final e volta para a Série B.

2001 | Festa no EstadualEm dois jogos emocionantes contra o arquirrival Atlético, o América saiu campeão mineiro, com uma equipe essencialmente formada por atletas vindos da Base do Clube. Quatro anos depois o Coelho se sagrou campeão da Taça Minas Gerais.

2000 | Centenário chegandoA expectativa pelo centenário do Clube era grande. A década começou com a conquista a Copa Sul-Minas na final (2 a 1) contra o Cruzeiro. A competição reuniu os principais clubes de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. O título da Taça BH Júnior também foi muito comemorado.

1992 | Anos 90 positivoA década de 90 foi promissora para o América. Em 92 o time chegou ao vice-campeonato mineiro, com o título regional no ano seguinte (1993). Em 96 o time júnior americano comemorou o título de campeão da Copa São Paulo, revelando grandes valores (Palhinha e Ronaldo Luís, por exemplo). Em 1997 veio o título de campeão do Brasileiro da Série B, colocação que levou o Coelho à Série A. Em 99 o time chegou ao vice-campeonato mineiro. A nota ruim desta década ficou mesmo pela punição da CBF, proibindo o América de disputar competições por ela organizada, já que o Clube havia entrado na Justiça Comum requerendo vaga na Elite de 94 após ficar à frente de clubes que não ‘caíram’ para Série B, protegidos pela CBF. Punido, o Coelho fez excursão pela Ásia em 94.

1988 | CT e IndependênciaSe dentro de campo a década de 80 não foi promissora fora dela coisas importantes aconteceram. Em janeiro de 1988 teve início das obras do CT Lanna Drumond e, em maio do mesmo ano, América e 7 de Setembro assinaram termo de parceria com o América passando a administrar o Estádio Independência, que mais tarde viraria propriedade do América. Nesta década foram conquistados seis terceiros lugares e dois quarto lugares. O Clube voltou a jogar na Europa (Portugal e Espanha) e voltou ao esporte especializado como o handebol, basquete, vôlei, futebol de salão, atletismo e bocha.

1973 | Boa campanha no NacionalDepois de ficar em 4º lugar na primeira fase em sétimo no geral, o América fez sua melhor participação em um Brasileiro. O técnico Orlando Fantoni começou a campanha e Barbatana terminou. O Coelho tinha Neneca, Pedro Omar, Juca Show e Spencer, além de Cândido que fez 18 gols naquela oportunidade.

1971 | Campeão Mineiro invictoA década de 70 começou muito bem para o Coelho, que logo de cara conquistou o título de campeão mineiro em 1971, de forma invicta. A conquista levou o time à disputa do primeiro campeonato nacional.

1965 | Surge o MineirãoNo primeiro ano do Estádio Magalhães Pinto, o Mineirão, o América ficou com o vice-campeonato mineiro. O time tinha Capellani, Zé Ernesto, Caju, Haroldo, Jorge, Luizinho, Caillaux, Zé Horta, Helinho, Paulo, Murilo, Eduardo, Ademar, Fifi, Ney, Rodrigo, Eber, Airton, Dirceu, Chiquinho, Geraldo, Robson, Oldack, Júlio, Jair Bala, Mosquito, Nilo, Dirceu Pantera, Sérgio, Airton, Samuel, Sabino e Canhoto. Técnicos foram Major Mário Pereira e Yustrich.

1957 | Tríplice CoroaDepois de aplicar a grande goleada (7 a 2) em seu maior rival o Atlético, em 1952, o América voltou a fazer história, desta feita conquistando a Tríplice Coroa com os títulos no juvenil, aspirante e profissional, categorias que faziam grandes duelos na época.

1956 | Primeira excursãoSegundo time mineiro a excursionar pela Europa e o primeiro clube brasileiro a ficar mais tempo no Velho Mundo. Foram cem dias, de 23/9 a 31/12, de viagens e jogos. O América se reforçou para este evento e entre os atletas emprestados estavam os uruguaios, do Nacional, o Mendez e o Gambetta, destacando que este último fora campeão mundial com a seleção de seu país m 1950. Portanto, o América se tornou o primeiro clube do Brasil a ter um ‘campeão mundial’ no seu quadro de jogadores.

1948 | Inauguração do Estádio do Alamêda Com foco também no patrimônio, o América trocou com a Prefeitura Municipal de BH o terreno onde hoje é o Mercado Central por área no bairro de Santa Efigênia, onde funciona o Supermercado Extra. Assim, no dia 9 de setembro o América inaugura seu novo campo, o Estádio Otacílio Negrão de Lima, o ‘Alamêda’.

1948 | América recupera força e prestígioO Clube reformou o Estádio da Alameda, que passou a ter capacidade para 15 mil pessoas e instalações invejáveis. Na reinauguração aconteceu o torneio reunindo o América, Atlético, São Paulo e Vasco da Gama, potências daquela época. O Coelho foi o campeão. Em seguida veio a conquista do Campeonato Mineiro em cima do Atlético, impedindo o tricampeonato do adversário, num jogo épico, cheio de detalhes, apitado pelo árbitro inglês Mr. John Barrick .

1945 | Nasce o Coelho (mascote)Criado pelo cartunista Fernando Pierucetti, o Mangabeira, o Coelho vira o Mascote do Clube. Hoje a torcida americana se orgulha de dizer que torce pelo Coelhão.

1933 | Protesto contra o profissionalismoInconformado com a implantação do profissionalismo, pois os americanos acreditavam que o futebol, assim como os demais esportes, deveria ser amador, o Clube passou a disputar suas partidas com a camisa vermelha, em sinal de protesto.

1916 | Início do DecampeonatoA sequência de vitórias ininterruptas (1916 a 1925) no Campeonato Mineiro, com o América se tornando o primeiro time decampeão do mundo, abriu a história de conquistas do Clube. O primeiro título desta série foi em 29 de abril de 1916 e o fechamento deste glorioso feito, que valeu registro no ‘Guiness Book’, além de empolgar a todos os mineiros, foi em 1925.

1912 | Fundação do América Tudo começou no dia 30 de abril, quando garotos de 11 a 13 anos realizaram um sorteio para a escolha do nome de um novo clube na capital mineira. A garota Alda Meira, irmã de Adhemar de Meira, um dos fundadores, sorteou o nome e, naquele momento, nascia o América Foot-Ball Club, um dos clubes mais vencedores, tradicionais e revelador de craques do futebol nacional. Esta primeira grafia foi alterada mais tarde para América Futebol Clube, que prevalece até os dias de hoje.De sonho a realidade, o projeto inicial contou com as participações dos jovens Affonso Silviano Brandão, Aureliano Lopes de Magalhães, Aldemar de Meira, Oscar Gonçalves e Henrique Dinis Gomes.Em seguida, se juntaram ao grupo, Alcides de Meira, Álvaro Moreira da Cruz, Augusto Penna, Caetano Germano, Carlos Antônio Nunes, Cezar Gonçalves, Fioravante Gonçalo Labruna, Francisco Bueno Brandão Filho, Gerson de Salles Coelho, Guilherme Halfed, Henrique Diniz Gomes, José Miranda Megale, Leon Roussoullieres Filho, Lincoln Brandão, Waldemar Jacob, Dario Ferraz, Fausto Ferraz, Geraldino de Abreu, Otacílio Negrão de Lima, Henrique Moura Costa, Antônio Duarte, Cleantho Nunan e Luiz Guimarães, todos fundadores do América Futebol Clube.As cores verde e branca também foram escolhidas por sorteio e, em 1913, ano seguinte à fundação, foi agregada a cor preta, que predominava nos calções dos atletas. Hoje, as três participam nas variações dos uniformes do tricolor América Mineiro (nome fantasia).A primeira Diretoria foi formada por Affonso Silviano Brandão (presidente), Aureliano Lopes Magalhães (vice-presidente), Aldemar de Meira (secretário) e Oscar Gonçalves (secretário e zelador).