![]() ![]() |
O nome do clube foi escolhido por sorteio. Entre os nomes estava "América Foot-ball Club", em homenagem aos Estados Unidos da América, dos quais os meninos eram fans, pelas histórias contadas por seus professores, apesar de vários deles, inclusive Afonso Silviano Brandão (sobrinho do "Presidente" de Minas Gerais, Bueno Brandão - os Estados possuiam Presidentes e não Governadortes na época) serem torcedores do América FBC do Rio de Janeiro. |
|
O clube foi fundado em 30 de abril de 1912, mas o time de futebol já havia sido criado um ano antes na mesma data, mas este time, que não tinha nome, teve que ser desfeito por causa dos estudos intensos do segundo semestre, tendo durado pouco menos de seis meses. Porém os garotos se reuniram novamente e decidiram recriar o clube na mesma data, um ano depois. A reunião de escolha do nome foi feita em maio, nos porões da casa de Adhemar de Meira. Foi usado o chapéu pertencente a Aureliano Lopes Magalhães, e o nome foi retirado pela pequena Alda Meira, que depois se tornaria uma das damas de nossa sociedade. As cores verde-branca foram escolhidas também por sorteio. Sua diretoria já havia sido escolhida em uma reunião anterior na casa do senhor José Gonçalves, pai de um dos meninos, Secretário de Estado da Agricultura, além de ser um dos fundadores e o Primeiro Secretário do Sport Club (primeiro clube de futebol de Minas Gerais). A primeira diretoria ficou assim: Presidente: Afonso Silviano Brandão O clube foi fundado por crianças de 13/ 14 anos e disputava jogos com garotos de sua idade. Em setembro 1913 o Minas Geraes, fundado na mesma data se extinguiu, e o presidente de honra dos dois clubes, que era o Prefeito de Belo Horizonte resolveu ceder para o América o Patrimônio do Minas Geraes, um campo de futebol, com suas traves. Na mesma época, devido a uma desinteligência acontecida no Atlético Mineiro, todos os seus presidentes até aquela data, e três de seus fundadores, além de meio time se afastaram, e pediram sua inscrição no América. Os meninos que torciam por aqueles atletas fizeram uma reunião para que os estatutos fossem mudados, houve discordância e vários dos fundadores americanos sairam, mas o clube se tornou time de adultos, somando os atletas de Atlético e Minas Geraes, e os meninos americanos formaram o segundo time. Em homenagem aos seus novos membros, o América decidiu substituir os calções brancos por calções negros, se tornando tricolor desde 1913. Fonte: Enciclopédia do América (Autor: Carlos Paiva) |
|
|
|
1933 - PROFISSONALIZAÇÃO - Neste ano, foi oficializado o profissionalismo no AMÉRICA, até então, toda prática esportiva era amadora. O clube protesta contra a implantação do profissionalismo e muda as cores de sua camisa para vermelho e branco, situação que perdurou por dez anos.
|
1943 a 1948 - RETOMADA DAS CORES DO DECA - A partir do ano de 1943, o América aceita o profissionalismo, retoma as cores que marcaram o decacampeonato e recomeça a investir no patrimônio do clube. Em 1948, concluiu as obras de seu novo estádio - OTACÍLIO NEGRÃO DE LIMA - período marcado por grandes conquistas como o campeonato mineiro de 1.948, o Estádio da Alameda e o Torneio Quadrangular, que reunia o Vasco da Gama, campeão sul-americano daquele ano, o São Paulo, campeão paulista, e o Atlético, campeão mineiro de 47. |
|
|
1957 a 1971 - TRÍPLICE COROA - Em 1957, conquistou a tríplice coroa ao ganhar os títulos juvenil, aspirante e profissional. Em 1971, destacamos a vitória do campeonato estadual de forma invicta. Década de 90 - CAMPEÃO BRASILEIRO (Série B) - Em 1993, o AMÉRICA conquista mais um título estadual, porém, o grande destaque desta década, é a conquista do Campeonato Brasileiro (Série B), que possibilitou ao AMÉRICA o seu retorno à divisão principal do futebol brasileiro. 2000 a 2005 - COPA SUL-MINAS - Em 2000, o AMÉRICA conquista o título da primeira Copa Sul-Minas. Nos anos 2000, ainda é destaque o Campeonato Mineiro e a Taça MG conquistados, respectivamente, em 2001 e 2005.
|
|

O AMÉRICA foi o primeiro Clube de Minas a ter um estádio próprio, erguido na Avenida Augusto de Lima, onde hoje está o Mercado Central. Anos de dificuldades financeiras fizeram com que o América também perdesse o Estádio da Alameda.No início dos anos 90, com a construção do Centro de Treinamentos Lanna Drumond e a política de formar e valorizar seus próprios jogadores, o AMÉRICA voltou a ter um dos maiores patrimônios do país, num complexo que engloba a sede social e administrativa no Bairro Ouro Preto, os centros de treinamento Lanna Drumond e de Santa Luzia, a área e a ex-sede da Avenida dos Andradas e os estádios de Três Barras e Independência, este último num contrato de comodato por mais 65 anos.
Dentre os torcedores ilustres podemos destacar Tancredo Neves, Olegário Maciel, Bias Fortes, Milton Campos, Celso Mello Azevedo, Otacílio Negrão de Lima, Eduardo Azeredo e Fernando Brant - está se estruturando como o primeiro clube empresa de Minas Gerais e lançando projetos sociais em parceria com os governos do Estado, do Município e instituições privadas e de ensino.